No Dia Nacional do Doador de Sangue, celebrado em 25 de novembro, a data reforça a importância de um gesto simples, mas essencial para salvar vidas. Pessoas com doenças crônicas, como anemias raras, dependem das transfusões para sobreviver. É o caso de Amanda Nazaré de Abreu, diagnosticada ainda bebê com anemia sideroblástica congênita, condição em que a medula óssea não produz glóbulos vermelhos suficientes. Para ela, cada doação representa uma chance de continuar vivendo.
Amanda conta que já precisou realizar aproximadamente 1.239 transfusões ao longo da vida, número que revela a dimensão da importância dos doadores regulares. Segundo ela, essas doações garantem estabilidade, saúde e continuidade ao tratamento. A paciente destaca que a solidariedade de pessoas desconhecidas é o que torna possível enfrentar a doença diariamente.
Em seu relato, Amanda fala sobre o vínculo simbólico que se forma entre doadores e pacientes, mesmo que nunca se encontrem pessoalmente. Para ela, cada bolsa de sangue carrega esperança, apoio silencioso e a certeza de que alguém, em algum lugar, se dispôs a ajudar. Esse gesto permite que ela siga seus planos, sonhos e expectativas, lembrando que doar sangue é um ato de amor que impacta muito além do físico.
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