Se em décadas passadas os brasileiros viam o ensino superior como sinônimo de prestígio, atualmente a educação profissional é a modalidade mais bem avaliada no país. É o que aponta pesquisa do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Serviço Social da Indústria (Sesi). Apesar da avaliação positiva e do crescente interesse, o país está distante de cumprir a meta de expansão da oferta prevista no Plano Nacional de Educação (PNE). Na tentativa de ampliar a oferta educacional, o Senado Federal j já aprovou a proposta (PL 6.494/2019) que conecta a formação profissional técnica de nível médio com a aprendizagem profissional. O texto segue para sanção presidencial.
O professor e especialista em educação, Marcello Vieira, explica que a integração do ensino médio ao ensino profissionalizante é desafiadora e necessária.
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O prazo para elaboração de uma política nacional de educação profissional e tecnológica, seguindo os critérios do PNE, será de dois anos, a contar da publicação da lei. O objetivo é viabilizar itinerários formativos contínuos e trajetórias progressivas de formação entre todos os níveis educacionais, aos moldes do Novo Ensino Médio.
