A menopausa é uma fase natural da vida da mulher, marcada por mudanças hormonais significativas que podem afetar o corpo, a mente e a qualidade de vida. A nutricionista e especialista em saúde da mulher, Camila Begiatto, explica que a queda do estrogênio está ligada a sintomas como ondas de calor, alterações de humor, ganho de peso, perda de massa muscular e mudanças na pele e nos cabelos. O metabolismo desacelera, o sono pode ser afetado e há maior risco de osteoporose e doenças cardiovasculares. Apesar disso, a menopausa não é uma doença, e com informação e acompanhamento profissional, é possível atravessar essa etapa com equilíbrio e bem-estar.
A alimentação exerce um papel essencial no alívio dos sintomas e na prevenção de doenças. Alimentos ricos em fitoestrógenos, como linhaça, soja, grão-de-bico e inhame, ajudam a equilibrar os hormônios e reduzir as ondas de calor. As gorduras boas, encontradas no abacate, azeite e castanhas, contribuem para o equilíbrio emocional e hormonal. Já as proteínas magras, como peixes, ovos e frango, preservam a massa muscular e aceleram o metabolismo. Também é importante incluir frutas, legumes e verduras, que combatem a inflamação e melhoram a disposição.
Após a menopausa, Camila Begiatto reforça que a alimentação deve ser mais qualitativa do que restritiva. A dieta deve incluir proteínas, gorduras boas, carboidratos integrais, frutas, legumes e verduras variadas, além de fibras. O uso de suplementos nutricionais, orientado por um profissional, pode ajudar a repor nutrientes e manter a vitalidade. Cuidar da alimentação durante e após a menopausa é essencial para prevenir doenças, manter a energia e garantir qualidade de vida.
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